A natureza também chora.
Do seu ventre escorrem
lágrimas de rosas
quando o vento em delírio,
no seu ímpeto devastador,
arrasta rios, vales, montanhas,
tudo o que habita
o coração do homem.
lágrimas de rosas
quando o vento em delírio,
no seu ímpeto devastador,
arrasta rios, vales, montanhas,
tudo o que habita
o coração do homem.
Impávido, ele vê a sua pequenez
mergulhar no abismo
de uma noite imensa e escura.
mergulhar no abismo
de uma noite imensa e escura.
Muitas luzes se acendem.
É tempo de endireitar veredas
e vencer a indiferença.
e vencer a indiferença.
A terra clama.
A terra chora.
A terra chora.
Ninguém ouve.
Texto e foto
Emília Simões
31.01.2026
Emília Simões
31.01.2026
Do seu ventre escorrem
ResponderEliminarlágrimas de rosas
Amiga Emília, boa tarde de sábado!
Ainda bem que as flores amenizam a tristeza da natureza que brota com majetade.
Tenha um final de semana abençoado!
Beijinjos fraternos
Linda poesia! E, na certa a natureza anda muito triste com tantoi desrespeito e e por isso, se rebela! Mesmo assim ainda mostra belas flores! beijos, ótimo domingo! chica
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