No silêncio do meu canto
idealizo dias claros e noites brancas.
Um candeeiro antigo
sem chama, permanece enegrecido
sobre a mesa, que se deixou abater
no quarto sem chão.
A lua cheia penetra no velho quarto
exalando um clarão
que ilumina os tesouros antigos,
como uma arca de pinho,
com a velha coberta desfeita.
Em silêncio tudo perscruto.
A solidão e a noite de mãos dadas.
No silêncio do meu canto
o dia claro já não brilha,
a noite é como breu.
A lua perdeu-se no espaço.
idealizo dias claros e noites brancas.
Um candeeiro antigo
sem chama, permanece enegrecido
sobre a mesa, que se deixou abater
no quarto sem chão.
A lua cheia penetra no velho quarto
exalando um clarão
que ilumina os tesouros antigos,
como uma arca de pinho,
com a velha coberta desfeita.
Em silêncio tudo perscruto.
A solidão e a noite de mãos dadas.
No silêncio do meu canto
o dia claro já não brilha,
a noite é como breu.
A lua perdeu-se no espaço.
Texto
Emília Simões
13.04.2024
Imagem FREEP!K
Emília Simões
13.04.2024
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