Rio Tejo
Caminho por terrenos escabrosos,
piso pedra sobre pedra,
subo montes,
desço por vales e planícies,
repouso nas margens do rio,
onde escuto a tua voz ausente
falar-me de mansinho
no murmúrio suave das águas.
piso pedra sobre pedra,
subo montes,
desço por vales e planícies,
repouso nas margens do rio,
onde escuto a tua voz ausente
falar-me de mansinho
no murmúrio suave das águas.
Chamo-te, e não respondes.
O eco da minha voz não regressa
e uma brisa suave acaricia-me o rosto.
Apesar do silêncio que fere,
o teu nome continua indelével,
a bailar nas águas do rio.
Texto e foto
Emília Simões
Emília Simões
23.05.2026
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«Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar».C.L.