«As palavras pesam. Um texto nunca diz a dor das pequenas coisas» Graça Pires in Poemas escolhidos
quinta-feira, dezembro 24, 2009
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Da terra
terça-feira, dezembro 01, 2009
Eu queria trazer-te uns versos muito lindos
"Eu queria trazer-te uns versos muito lindoscolhidos no mais íntimo de mim...
Suas palavras
seriam as mais simples do mundo,
porém não sei que luz as iluminaria
que terias de fechar teus olhos para as ouvir...
Sim! Uma luz que viria de dentro delas,
como essa que acende inesperadas cores
nas lanternas chinesas de papel!
Trago-te palavras, apenas... e que estão escritas
do lado de fora do papel...Não sei, eu nunca soube o que dizer-te
e este poema vai morrendo, ardente e puro, ao vento
da Poesia...
como
uma pobre lanterna que incendiou!"
Poema de Mário Quintana
Imagem obtida na Net
segunda-feira, novembro 23, 2009
Continuarei
Não conheço o autor desta mensagem mas recebi-a de uma amiga por e-mail em formato pps. e achei -a lindíssima e gostaria de partilhá-la com todos vós, que me têm dado provas de tanta amizade.Com um beijinho meu.
"Continuarei a acreditar, mesmo que todos percam a esperança.
Continuarei a amar, ainda que os outros gotejem ódio.
Continuarei a construir, ainda que os outros destruam.
Continuarei a falar de Paz, ainda que no meio de uma guerra.
Continuarei a iluminar, mesmo no meio da escuridão.
Continuarei a semear, ainda que os outros pisem a colheita.
E continuarei a gritar, ainda que os outros se calem.
E desenharei sorrisos, nos rostos com lágrimas.
E transmitirei alívio, quando veja a dor.
E oferecerei motivos de alegria, onde só haja tristezas.
Convidarei a caminhar aquele que decidiu parar.
E levantarei os braços, aos que se sentirem exaustos.
Porque no meio da desolação, sempre haverá uma criança que nos olhará, esperançada, querendo algo de nós, e ainda que no meio de uma tormenta, por algum lado sairá o sol e no meio do deserto crescerá uma planta.
Sempre haverá um pássaro que nos cante, uma criança que nos sorria e uma borboleta que nos brinde com a sua beleza.
Mas...se algum dia vires que já não caminho, não sorrio ou me calo, apenas aproxima-te e dá-me um beijo, um abraço ou oferece-me um sorriso.
Isso será suficiente, pois seguramente me terei esquecido de que a vida me acabrunhou e me surpreendeu por um momento.
Só um gesto teu fará que volte ao meu caminho.
Nunca o esqueças........"
Autor: desconhecido
Imagem: gentileza da Net
domingo, novembro 15, 2009
Mares
Mergulhei num mar imenso,De turbulências infindas
E o grito ficou preso
Nos corais da tua infância.
Tento libertar-me das águas
Que me entorpecem a voz,
Mas o mar encrespado
Não escuta a minha súplica.
Vou continuar imersa
Rasgando os oceanos,
Até que o grito se solte
Numa praia de areal azul.
Ailime,
em 15.11.09
o1h30h
Imagem: gentileza da Net.
em 15.11.09
o1h30h
Imagem: gentileza da Net.
Etiquetas:
mar,
praia azul,
súplica,
turbulência
sexta-feira, novembro 06, 2009
Espero
domingo, novembro 01, 2009
Poema de Charles Chaplin (musicado-tema Luzes da Ribalta)
Hoje, no canto_meu partilho com todos vós, este poema em vídeo, do Grande Charles Chaplin, que recebi de uma amiga em formato pps. e que apreciei bastante.
Com todo o meu carinho,
Ailime
sábado, outubro 24, 2009
Já se faz tarde
Já se faz tarde
E a noite avança.
Vou caminhar
Imersa no silêncio
Que irrompeu na
Minha estrada.
Já se faz tarde e
Aprisiono o grito
Que as montanhas
Ainda ecoam
Como vento atroz
Emanado de mim.
Já se faz tarde.
Quero banir este cálice
Que me consome e
Tortura.
Já se faz tarde....
E a noite é muito longa.
Hoje...já se fez tarde!
E a noite aconteceu.
De novo.
Ailime
24.10.09
Imagem: gentileza da Net
Obra: O grito de Munch
E a noite avança.
Vou caminhar
Imersa no silêncio
Que irrompeu na
Minha estrada.
Já se faz tarde e
Aprisiono o grito
Que as montanhas
Ainda ecoam
Como vento atroz
Emanado de mim.
Já se faz tarde.
Quero banir este cálice
Que me consome e
Tortura.
Já se faz tarde....
E a noite é muito longa.
Hoje...já se fez tarde!
E a noite aconteceu.
De novo.
Ailime
24.10.09
Imagem: gentileza da Net
Obra: O grito de Munch
sexta-feira, outubro 16, 2009
Orvalho
segunda-feira, outubro 05, 2009
Hoje é o dia
Hoje é o dia em que as palavras se soltam
para bailarem ao sabor do vento.
Hoje é o dia em que a minha alma canta
o Outono, nas folhas douradas
dos plátanos caídas no chão.
Hoje é o dia em que me propus ser feliz,
porque no teu olhar me pressinto.
para bailarem ao sabor do vento.
Hoje é o dia em que a minha alma canta
o Outono, nas folhas douradas
dos plátanos caídas no chão.
Hoje é o dia em que me propus ser feliz,
porque no teu olhar me pressinto.
Ailime (05-10-09 - 11h)
Imagem obtida na net
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