domingo, setembro 04, 2011

Poema do silêncio

Silencio por um instante
Inebriada por fragrâncias
Leves como a paz que anseio;
E ausculto o eco do silêncio
Nas vertentes das montanhas
Com a certeza da quietude
Inequívoca das manhãs
Orvalhadas de alecrim.

E as lembranças que evoco
Movem-se em searas de vento

Meneando o meu sentir
Imergido de silêncio no
Mar imenso de ti.

Ailime
04.09.2011
Imagem da Net


8 comentários:

  1. Ailime, que delícia ler isso tudo e em especial
    "Silêncio por um instante
    Inebriada por fragrâncias
    Leves como a paz que anseio;" Sinto-me estar sentada bem ali nas pedras dessa montanhas, auscultando e sentindo a fragância do alecrim! Beijos!

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  2. Viva a vida com muito amor.
    Mate saudades,enquanto é tempo.
    Peça perdão ,mesmo que seja você o ofendido.
    Recupere o tempo perdido ,procurando ser feliz nas coisas de Deus.
    Faça um carinho,alegrando alguém que esta triste.
    A todo instante,fale uma palavra especial para
    quem necessita ouvir.
    Com seu amor podera fazer mudanças em muitas vidas.
    Creia você pode não mudar tudo nesse Mundo.
    Mais poderá fezer no coração de muitos.
    A morada de Deus.
    Uma feliz tarde de Domingo na paz e na luz de Jesus.
    Bjs no coração.
    Evanir

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  3. Querida amiga
    Hoje eu vim pensando um pouquinho em meu sonho
    por favor clique no Link

    http://www.mariaalicecerqueira.com/2011/08/prezado-amigo-leitor-e-seguidor-me.html

    Muito obrigado de coração

    abraço amigo
    atenciosamente
    Maria Alice

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  4. Ailime
    este silêncio falou-me muito...
    Beijinho amiga

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  5. Que lindo e suave poema!!!
    Parece que ambos procuramos sentir e falar da Vida e o pulsar Divino em nós!
    Bjo minha amiga!

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  6. Lindo madrinha!!!
    Beijocas grds

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  7. Doce, muito doce este silêncio de Mar imenso...
    Bjins

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  8. Achei o seu blog por acaso... e gostei muito. Parabéns! Seus poemas são lindos! Um abraço!

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«Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar».C.L.