CANTO-MEU (poesia e simples palavras)

«As palavras pesam. Um texto nunca diz a dor das pequenas coisas» Graça Pires in Poemas escolhidos

domingo, janeiro 29, 2017

Não quis rasgar o tempo

›
Não quis rasgar o tempo nem contornar os rios que me saíam do ventre. Deixei apenas que dos meus lábios as palavras se desata...
14 comentários:
domingo, janeiro 15, 2017

Procuro nas palavras

›
Procuro nas palavras A vertigem dos dias E apenas a nudez das árvores Me fala de luz. O inverno abarca-me Na chuva que got...
17 comentários:
sexta-feira, dezembro 30, 2016

Viro mais uma página

›
Viro mais uma página amarelecida do livro incompleto que me rasga o tempo num breve sopro, como folha a esvoaçar nas asas d...
19 comentários:
terça-feira, dezembro 20, 2016

Quase Natal

›
Há silêncios que me confundem e  palavras que como espadas me trespassam os sentidos como se o meu corpo já não me pertencesse...
10 comentários:
quarta-feira, novembro 30, 2016

Dualismo

›
  Há um dualismo nos teus olhos e no esboçar do teu sorriso que jamais alcançarei. Como névoa fria retrais-te num rai...
17 comentários:
domingo, novembro 20, 2016

Na ausência das folhas

›
Na ausência das folhas os ventos sopram os dias das primaveras serôdias suspensas de densas escarpas Os musgos esc...
11 comentários:
segunda-feira, outubro 31, 2016

O rio, sempre o rio...

›
Salvador dali O rio, sempre o rio... que deixa a descoberto as margens longínquas do tempo que te cerceiam os gestos e onde ...
12 comentários:
quinta-feira, outubro 20, 2016

Torna-se necessário rescrever a canção

›
Torna-se necessário rescrever a canção Mesmo que as mãos, em chamas, Recusem o gesto, vacilante, da melodia. Como os pás...
14 comentários:
sábado, outubro 01, 2016

Retenho as palavras

›
Retenho as palavras com o olhar e desfio-as como finos fios de seda a resvalar dos casulos protegidos pelas teias do orvalho ...
23 comentários:
terça-feira, setembro 13, 2016

Nos olhos da noite também há luz

›
Nos olhos da noite sentia-te o silêncio mudo que te escavava no rosto a angústia, que te dilacerava no peito a ausência da lu...
17 comentários:
‹
›
Página inicial
Ver a versão da Web

Acerca de mim

A minha foto
Emília Simões
Tento viver a vida como ela se apresenta tendo como lema “viver na verdade com lealdade”. Abomino a mentira e as injustiças e anseio por um mundo mais equilibrado, onde a paz e justiça social sejam visíveis, porque adoro o meu semelhante e custa-me cada vez mais assistir ao sofrimento alheio.
Ver o meu perfil completo
Com tecnologia do Blogger.