CANTO-MEU (poesia e simples palavras)

«As palavras pesam. Um texto nunca diz a dor das pequenas coisas» Graça Pires in Poemas escolhidos

segunda-feira, junho 24, 2013

Um silêncio, uma pausa

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Um silêncio, uma pausa E um rio que emana Mananciais de deserto Libertando orvalhos Que se transmutam Em oásis de escut...
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quinta-feira, junho 20, 2013

No mar revolto

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W. Sousa No mar revolto Navegam barcos Sem leme Que ostentam nos mastros A solidão dos limos E se confundem No enleio...
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domingo, junho 16, 2013

Simplesmente

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Ah se o meu canto pudesse devolver-te o sorrir Alimentar-te a esperança que te ensombra o olhar, E abafa na alma o lamento que não ...
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sexta-feira, junho 07, 2013

O chão desaba

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renschmensch Jörg  O chão desaba No asfalto do porvir Que se fecha E devora a esperança Mas não vou deixar Que os lobos uiv...
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sábado, junho 01, 2013

Dia incompleto

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Dia incompleto Na voragem do tempo Marco definitivo Essência moldada Multidões, convicções Amigos também. Memórias que se...
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sábado, maio 25, 2013

O mar

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O mar envolve em amplexos de espuma Os barcos de mastros infinitos Como auguro de um futuro álacre Dos astros que mareiam oscil...
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sábado, maio 18, 2013

Nas horas dos dias

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Nas horas dos dias Ouço o contar do tempo Que voa inexorável Nas asas transparentes Dos ponteiros velozes D...
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domingo, maio 12, 2013

Há maresia nos sorrisos

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Há maresia nos sorrisos Névoas nos olhares E uma enorme apatia Aprisiona-te num espaço Que te cerceia os moviment...
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quarta-feira, maio 01, 2013

São como pássaros feridos

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São como pássaros feridos Que procuram em horizontes remotos Novos trilhos novos voos Que lhes devolvam a dignidade São fuga...
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quarta-feira, abril 24, 2013

As palavras quedaram-se

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As palavras quedaram-se Num soturno silêncio Que envolve os astros E atordoam o mar Na manhã que tarda As marés ondulam ...
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Acerca de mim

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Emília Simões
Tento viver a vida como ela se apresenta tendo como lema “viver na verdade com lealdade”. Abomino a mentira e as injustiças e anseio por um mundo mais equilibrado, onde a paz e justiça social sejam visíveis, porque adoro o meu semelhante e custa-me cada vez mais assistir ao sofrimento alheio.
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